Conab lança plataforma para certificar café sem desmatamento
Ferramenta pública, gratuita e desenvolvida com a UFMG garante rastreabilidade e atende às exigências da União Europeia
Por: Redação RuralNews
A iniciativa apoia o cumprimento do Regulamento (UE) 2023/1115, conhecido como EUDR, que exige comprovação de que produtos como o café não sejam provenientes de áreas desmatadas após 31 de dezembro de 2020. Com isso, a plataforma garante rastreabilidade e possibilita a emissão de declaração de conformidade ao não-desmatamento.
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O principal diferencial do sistema está na integração com bases governamentais oficiais por meio de APIs, permitindo atualização quase em tempo real e maior segurança das informações.
O monitoramento utiliza dados do Projeto PRODES, que acompanha o desmatamento por satélite, além de cruzar informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR). A plataforma também verifica possíveis sobreposições com Terras Indígenas, Territórios Quilombolas e Unidades de Conservação.
O mapeamento das lavouras foi realizado entre 2021 e 2025 com uso de inteligência artificial e imagens de satélite de alta resolução. A metodologia emprega redes neurais para identificar áreas de café em produção e em desenvolvimento, considerando práticas de manejo e a evolução da cultura ao longo dos anos.
Com chancela do Governo Federal, a ferramenta pode ser utilizada por produtores, cooperativas e exportadores para comprovar conformidade junto a importadores, especialmente da União Europeia, um dos principais destinos do café brasileiro.
A plataforma foi construída com articulação entre diferentes ministérios e órgãos federais, incluindo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).
De acordo com a Conab, o objetivo é oferecer segurança jurídica e transparência, além de consolidar o Brasil como referência na produção sustentável de café. O sistema já está em funcionamento e disponível para acesso público.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Integração de dados e monitoramento
Autoridades participam do lançamento da Plataforma Parque Cafeeiro, voltada à certificação do café livre de desmatamento. Foto: Conab / Divulgação
O principal diferencial do sistema está na integração com bases governamentais oficiais por meio de APIs, permitindo atualização quase em tempo real e maior segurança das informações.
O monitoramento utiliza dados do Projeto PRODES, que acompanha o desmatamento por satélite, além de cruzar informações do Cadastro Ambiental Rural (CAR). A plataforma também verifica possíveis sobreposições com Terras Indígenas, Territórios Quilombolas e Unidades de Conservação.
O mapeamento das lavouras foi realizado entre 2021 e 2025 com uso de inteligência artificial e imagens de satélite de alta resolução. A metodologia emprega redes neurais para identificar áreas de café em produção e em desenvolvimento, considerando práticas de manejo e a evolução da cultura ao longo dos anos.
Apoio à competitividade e ao mercado europeu
Com chancela do Governo Federal, a ferramenta pode ser utilizada por produtores, cooperativas e exportadores para comprovar conformidade junto a importadores, especialmente da União Europeia, um dos principais destinos do café brasileiro.
A plataforma foi construída com articulação entre diferentes ministérios e órgãos federais, incluindo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).
De acordo com a Conab, o objetivo é oferecer segurança jurídica e transparência, além de consolidar o Brasil como referência na produção sustentável de café. O sistema já está em funcionamento e disponível para acesso público.
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Conab - Plataforma - Café
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