IPCA-15 sobe 0,20% em janeiro, aponta IBGE
Inflação desacelera frente a dezembro, mas acumula 4,50% em 12 meses, com pressão de saúde, alimentos e combustíveis
Por: Redação RuralNews
Entre os nove grupos pesquisados, Habitação e Transportes recuaram. Os demais avançaram, com variações entre 0,05% em Educação e 0,81% em Saúde e cuidados pessoais.
VEJA TAMBÉM:
O grupo Saúde e cuidados pessoais registrou a maior alta, de 0,81%, e o maior impacto no índice, com 0,11 ponto percentual. Os artigos de higiene pessoal subiram 1,38% após queda no mês anterior. Além disso, os planos de saúde avançaram 0,49%.
Comunicação teve a segunda maior variação, de 0,73%, influenciada pelo aumento de 2,57% nos aparelhos telefônicos. Ao mesmo tempo, os artigos de residência subiram 0,43%, impulsionados por itens de TV, som e informática.
Alimentação e bebidas acelerou de 0,13% em dezembro para 0,31% em janeiro. A alimentação no domicílio subiu 0,21% e interrompeu sete meses de queda. Tomate, batata inglesa, frutas e carnes registraram altas. Por outro lado, caíram os preços do leite longa vida, arroz e café moído.
Já a alimentação fora do domicílio avançou 0,56%. Lanches e refeições ficaram mais caros no mês.
O grupo Transportes caiu 0,13%, puxado pela queda das passagens aéreas e das tarifas de ônibus urbano em algumas capitais. Ainda assim, os combustíveis subiram 1,25%, com altas no etanol e na gasolina.
Habitação recuou 0,26%, principalmente por causa da queda de 2,91% na energia elétrica residencial. A mudança para a bandeira tarifária verde retirou cobranças extras na conta de luz. Mesmo assim, água, esgoto e gás encanado registraram aumentos em parte das regiões.
Recife teve a maior variação do mês, com 0,64%, influenciada por gasolina e itens de higiene. Já São Paulo apresentou o menor resultado, com queda de 0,04%, devido à redução nos preços do leite e da energia elétrica.
TAGS:
Texto publicado originalmente em Notícias
Saúde puxa o índice
O grupo Saúde e cuidados pessoais apresentou a maior variação no resultado do IPCA-15 de janeiro puxado pela alta dos artigos de higiene pessoal. Foto: Albari Rosa / Arquivo AEN
O grupo Saúde e cuidados pessoais registrou a maior alta, de 0,81%, e o maior impacto no índice, com 0,11 ponto percentual. Os artigos de higiene pessoal subiram 1,38% após queda no mês anterior. Além disso, os planos de saúde avançaram 0,49%.
Comunicação teve a segunda maior variação, de 0,73%, influenciada pelo aumento de 2,57% nos aparelhos telefônicos. Ao mesmo tempo, os artigos de residência subiram 0,43%, impulsionados por itens de TV, som e informática.
Alimentos voltam a subir
Alimentação e bebidas acelerou de 0,13% em dezembro para 0,31% em janeiro. A alimentação no domicílio subiu 0,21% e interrompeu sete meses de queda. Tomate, batata inglesa, frutas e carnes registraram altas. Por outro lado, caíram os preços do leite longa vida, arroz e café moído.
Já a alimentação fora do domicílio avançou 0,56%. Lanches e refeições ficaram mais caros no mês.
Transportes caem, mas combustíveis sobem
O grupo Transportes caiu 0,13%, puxado pela queda das passagens aéreas e das tarifas de ônibus urbano em algumas capitais. Ainda assim, os combustíveis subiram 1,25%, com altas no etanol e na gasolina.
Energia elétrica ajuda a conter a inflação
Habitação recuou 0,26%, principalmente por causa da queda de 2,91% na energia elétrica residencial. A mudança para a bandeira tarifária verde retirou cobranças extras na conta de luz. Mesmo assim, água, esgoto e gás encanado registraram aumentos em parte das regiões.
Variação entre as capitais
Recife teve a maior variação do mês, com 0,64%, influenciada por gasolina e itens de higiene. Já São Paulo apresentou o menor resultado, com queda de 0,04%, devido à redução nos preços do leite e da energia elétrica.
TAGS:
IPCA - IPCA-15 - Alimentos
- Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15
-
Texto publicado originalmente em Notícias
Leia também: