Milho recua em Chicago após alta e mercado aguarda encontro entre líderes
Após ganhos expressivos, preços do milho se acomodam, enquanto o mercado internacional acompanha a reunião entre Trump e Xi Jinping
Por: Camilo Motter
Na B3, o cenário é de estabilidade. A posição de novembro está em R$ 67,55, praticamente no mesmo nível do fechamento anterior, enquanto janeiro registra R$ 71,25. Segundo a Granoeste, o movimento reflete um momento de ajuste natural, já que os preços haviam subido de forma consistente nos últimos dias.
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O foco do mercado internacional agora se volta para a reunião entre Trump e Xi Jinping, marcada para esta quinta-feira. Há grande expectativa de que o diálogo possa sinalizar uma retomada nas relações comerciais, o que inclui a compra de produtos agrícolas. Essa possibilidade mantém os investidores atentos e traz alguma sustentação aos preços, mesmo após a leve correção.
Enquanto isso, as exportações brasileiras seguem em ritmo forte. O line-up dos portos indica que outubro deve encerrar com cerca de 6,5 milhões de toneladas embarcadas. Até a terceira semana do mês, os volumes já somavam 5,2 milhões de toneladas. O resultado mostra o dinamismo da logística nacional e o apetite do mercado externo pelo cereal brasileiro.
No Paraná, o plantio da safra de milho verão está praticamente finalizado. Dados do Deral apontam avanço de 98% da área estimada em 334 mil hectares. Além disso, a produção deve atingir 3,4 milhões de toneladas, acima das 3,1 milhões registradas na temporada passada.
Por outro lado, o mercado interno segue calmo. No oeste do estado, as indicações de compra variam entre R$ 59,00 e R$ 60,00 por saca. Em Paranaguá, os preços permanecem entre R$ 65,00 e R$ 68,00, dependendo do prazo de pagamento e da localização do lote.
O câmbio, por sua vez, mantém-se estável em R$ 5,36, mesmo valor do fechamento anterior. Assim, o equilíbrio cambial contribui para preservar o atual patamar de preços no mercado doméstico.
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Texto publicado originalmente em Notícias
O foco do mercado internacional agora se volta para a reunião entre Trump e Xi Jinping, marcada para esta quinta-feira. Há grande expectativa de que o diálogo possa sinalizar uma retomada nas relações comerciais, o que inclui a compra de produtos agrícolas. Essa possibilidade mantém os investidores atentos e traz alguma sustentação aos preços, mesmo após a leve correção.
Safra de milho enquanto o mercado internacional acompanha as negociações entre EUA e China. Foto: Canva
Exportações brasileiras e avanço no plantio
Enquanto isso, as exportações brasileiras seguem em ritmo forte. O line-up dos portos indica que outubro deve encerrar com cerca de 6,5 milhões de toneladas embarcadas. Até a terceira semana do mês, os volumes já somavam 5,2 milhões de toneladas. O resultado mostra o dinamismo da logística nacional e o apetite do mercado externo pelo cereal brasileiro.
No Paraná, o plantio da safra de milho verão está praticamente finalizado. Dados do Deral apontam avanço de 98% da área estimada em 334 mil hectares. Além disso, a produção deve atingir 3,4 milhões de toneladas, acima das 3,1 milhões registradas na temporada passada.
Por outro lado, o mercado interno segue calmo. No oeste do estado, as indicações de compra variam entre R$ 59,00 e R$ 60,00 por saca. Em Paranaguá, os preços permanecem entre R$ 65,00 e R$ 68,00, dependendo do prazo de pagamento e da localização do lote.
O câmbio, por sua vez, mantém-se estável em R$ 5,36, mesmo valor do fechamento anterior. Assim, o equilíbrio cambial contribui para preservar o atual patamar de preços no mercado doméstico.
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