Milho 25-02-2026 | 10:01:00

Milho recua em Chicago e mercado monitora China

CBOT opera com leves perdas, enquanto no Brasil avanço da oferta e custos logísticos influenciam os preços

Por: Redação RuralNews

Na sessão anterior, os contratos em Chicago encerraram predominantemente no campo negativo, com recuos de até 2 cents. Na B3, a posição março trabalha em R$ 70,55 (ante R$ 70,70 no fechamento anterior), enquanto maio opera a R$ 70,25.
VEJA TAMBÉM:

O mercado internacional segue atento às tratativas entre EUA e China. Segundo a agência Reuters, Pequim informou que decidirá no momento oportuno se fará ajustes para responder às novas tarifas norte-americanas.

Levantamento da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) indica que as exportações brasileiras de milho devem alcançar 1,10 milhão de toneladas em fevereiro, abaixo das 1,43 milhão registradas no mesmo mês de 2025. No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, os embarques podem chegar a 5,65 milhões de toneladas.

Oferta avança no Brasil e logística pesa



No mercado interno, a colheita de verão ainda avança de forma lenta. Mesmo assim, mais produto novo começa a chegar ao mercado, principalmente na Região Sul.

Ao mesmo tempo, os custos logísticos ganham peso e encarecem o transporte até as indústrias, fator que influencia a formação dos preços.

No Oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Em Paranaguá, para a safrinha, os valores giram entre R$ 65,00 e R$ 67,00, dependendo do prazo de pagamento e da localização do lote no interior.

No câmbio, o dólar opera em leve baixa, cotado a R$ 5,13. Na sessão anterior, a moeda norte-americana encerrou a R$ 5,154.

Segundo a Granoeste, o mercado segue sensível tanto às negociações internacionais quanto ao avanço da oferta interna e aos custos logísticos no Brasil.

TAGS:
milho - cbot - bolsa de chicago - camilo motter


Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
Leia também: