Oferta elevada mantém milho em queda no mercado
Milho opera em baixa após relatório do USDA elevar produção norte-americana e ampliar estoques globais
Por: Redação RuralNews
Além disso, o principal fator de pressão continua sendo o relatório de oferta e demanda divulgado em janeiro. O documento elevou de forma expressiva a produção norte-americana, agora estimada em 432 milhões de toneladas. Esse volume superou tanto o número de dezembro quanto as expectativas do mercado. Como resultado, os estoques finais dos Estados Unidos e do mundo aumentaram de maneira significativa.
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Com isso, o mercado internacional segue mais confortável em termos de oferta. Consequentemente, os preços continuam encontrando dificuldades para reagir, mesmo após o retorno das negociações.
No Brasil, a B3 acompanha esse movimento. Os contratos futuros operam próximos da estabilidade, porém com viés negativo. Ainda assim, a ausência de fatores de sustentação mais fortes limita qualquer tentativa de recuperação.
No mercado brasileiro, a colheita da safra de verão avança de forma gradual. De acordo com a Conab, os trabalhos atingiram 4,4% da área, percentual abaixo da média histórica para o período. Ao mesmo tempo, o plantio da safrinha ainda engatinha e segue próximo de 1% da área total.
Por outro lado, apesar do avanço da safra, as negociações internas seguem lentas. De modo geral, compradores atuam com cautela, enquanto vendedores mostram pouca disposição para reduzir preços. Dessa forma, a liquidez permanece baixa.
No oeste do Paraná, as indicações de compra seguem restritas e em patamares mais pressionados. Já em Paranaguá, os preços variam conforme prazos de pagamento e condições de entrega, mas sem sinais de aquecimento da demanda.
Enquanto isso, o câmbio opera em alta, acima de R$ 5,39. No entanto, mesmo com o dólar mais firme, o impacto positivo sobre os preços do milho é limitado, diante do excesso de oferta global.
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Texto publicado originalmente em Notícias
Com isso, o mercado internacional segue mais confortável em termos de oferta. Consequentemente, os preços continuam encontrando dificuldades para reagir, mesmo após o retorno das negociações.
No Brasil, a B3 acompanha esse movimento. Os contratos futuros operam próximos da estabilidade, porém com viés negativo. Ainda assim, a ausência de fatores de sustentação mais fortes limita qualquer tentativa de recuperação.
Brasil avança lentamente na safra e mercado segue travado
No mercado brasileiro, a colheita da safra de verão avança de forma gradual. De acordo com a Conab, os trabalhos atingiram 4,4% da área, percentual abaixo da média histórica para o período. Ao mesmo tempo, o plantio da safrinha ainda engatinha e segue próximo de 1% da área total.
Por outro lado, apesar do avanço da safra, as negociações internas seguem lentas. De modo geral, compradores atuam com cautela, enquanto vendedores mostram pouca disposição para reduzir preços. Dessa forma, a liquidez permanece baixa.
No oeste do Paraná, as indicações de compra seguem restritas e em patamares mais pressionados. Já em Paranaguá, os preços variam conforme prazos de pagamento e condições de entrega, mas sem sinais de aquecimento da demanda.
Enquanto isso, o câmbio opera em alta, acima de R$ 5,39. No entanto, mesmo com o dólar mais firme, o impacto positivo sobre os preços do milho é limitado, diante do excesso de oferta global.
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