Olho digital revela estoque nos silos e antecipa demanda do produtor
Cargill lança o FeedView disposto a não deixar nenhum silo vazio
Por: Francieli Galo
“Com o FeedView, o produtor não precisa se preocupar em destinar alguém para fazer a leitura de estoque. A cada quatro horas isso acontece automaticamente e as informações podem ser disponibilizadas tanto para granja quanto para a fábrica”, explica o Celso Mello, o diretor geral da Cargill Nutrição Animal. Segundo ele, este controle com base em inteligência artificial já vem sendo utilizado pontualmente na relação cooperado e Coopavel e também em outros sete clientes nas áreas de avicultura e suinocultura.
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A tecnologia ainda não atende a bovinocultura (de corte e leite) basicamente por dois motivos: “Os tamanhos de silos não são compatíveis com os sensores além de que as fazendas de bovinos trabalharem com vagões misturadores, que, via de regra, geralmente preparam a ração pouco antes dos tratos e na quantidade já determinada”, justifica Mello.
A gerente para Soluções Digitais da Cargill, Ana Maio, observa que este modelo tende a evitar tanto eventual descuido do produtor, quanto alguma falha da fábrica em deixar de atendê-lo. “Via de regra é o produtor que faz solicitações emergenciais. A falta de ração por baixo estoque no silo é quatro vezes maior do que a não entrega do pedido pela indústria”.
Além de fazer o controle do estoque de ração com uma precisão projetada de 98%, o FeedView tem a capacidade de conter prejuízos na estruturação física do animal (e no desembolso financeiro) por eventual deficiência no consumo de componentes suplementares. “Caso falte ração, o animal também deixa de consumir aditivos e probióticos, hoje itens fundamentais para seu desempenho”, observa Maio.
De acordo com a Cargill, em testes e/ou operações monitoradas, o FeedView conseguiu reduzir em até 75% as ocorrências de falta de ração; em até 80% as sobras e retornos e diminuiu em 95% os pedidos de urgência. A tecnologia foi viabilizada através de uma parceria com a canadense BinSentry. A ideia da Cargill é expandir o uso da solução de forma gradual, viabilizando uma transição sólida para modelos de produção mais avançados, sustentáveis e inteligentes.
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Texto publicado originalmente em Capa
A tecnologia ainda não atende a bovinocultura (de corte e leite) basicamente por dois motivos: “Os tamanhos de silos não são compatíveis com os sensores além de que as fazendas de bovinos trabalharem com vagões misturadores, que, via de regra, geralmente preparam a ração pouco antes dos tratos e na quantidade já determinada”, justifica Mello.
Ana Maio e o sensor - base do FeedView
A gerente para Soluções Digitais da Cargill, Ana Maio, observa que este modelo tende a evitar tanto eventual descuido do produtor, quanto alguma falha da fábrica em deixar de atendê-lo. “Via de regra é o produtor que faz solicitações emergenciais. A falta de ração por baixo estoque no silo é quatro vezes maior do que a não entrega do pedido pela indústria”.
Além de fazer o controle do estoque de ração com uma precisão projetada de 98%, o FeedView tem a capacidade de conter prejuízos na estruturação física do animal (e no desembolso financeiro) por eventual deficiência no consumo de componentes suplementares. “Caso falte ração, o animal também deixa de consumir aditivos e probióticos, hoje itens fundamentais para seu desempenho”, observa Maio.
De acordo com a Cargill, em testes e/ou operações monitoradas, o FeedView conseguiu reduzir em até 75% as ocorrências de falta de ração; em até 80% as sobras e retornos e diminuiu em 95% os pedidos de urgência. A tecnologia foi viabilizada através de uma parceria com a canadense BinSentry. A ideia da Cargill é expandir o uso da solução de forma gradual, viabilizando uma transição sólida para modelos de produção mais avançados, sustentáveis e inteligentes.
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