Preço do trigo reage e se aproxima de R$ 1.100 por tonelada
Valorização ganha força com problemas climáticos e incertezas externas, elevando o tom das negociações no mercado interno.
Por: Francieli Galo
Depois de oscilar por semanas entre R$ 1.045 e R$ 1.060 por tonelada, os preços reagiram e alcançaram o nível mais alto do período recente. Esse movimento indica a entrada de compradores e uma tendência de alta no curto prazo. O valor de R$ 1.100 passa a ser referência importante, se houver sustentação acima desse ponto, a tendência é de novos reajustes.
O cenário internacional ajuda a explicar a mudança. Tensões em regiões estratégicas para exportação de grãos, como o Mar Negro, além de conflitos e instabilidades geopolíticas, aumentam o risco no comércio global. Soma-se a isso problemas climáticos em grandes produtores. Nos Estados Unidos, metade das áreas de trigo de inverno enfrenta algum grau de seca, França e Índia também registram dificuldades produtivas. Esse conjunto reduz a margem de conforto do abastecimento mundial e sustenta as cotações.
Para o produtor paranaense, o momento é de acompanhar de perto o comportamento da indústria e o andamento do mercado externo. Se o preço se firmar acima dos R$ 1.100 por tonelada, pode haver espaço para novas oportunidades de venda. Caso contrário, não se descarta um ajuste pontual após a recente alta. O cenário mudou e exige estratégia.
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Texto publicado originalmente em Destaque
O cenário internacional ajuda a explicar a mudança. Tensões em regiões estratégicas para exportação de grãos, como o Mar Negro, além de conflitos e instabilidades geopolíticas, aumentam o risco no comércio global. Soma-se a isso problemas climáticos em grandes produtores. Nos Estados Unidos, metade das áreas de trigo de inverno enfrenta algum grau de seca, França e Índia também registram dificuldades produtivas. Esse conjunto reduz a margem de conforto do abastecimento mundial e sustenta as cotações.
Foto: Gilson Abreu/AEN
Para o produtor paranaense, o momento é de acompanhar de perto o comportamento da indústria e o andamento do mercado externo. Se o preço se firmar acima dos R$ 1.100 por tonelada, pode haver espaço para novas oportunidades de venda. Caso contrário, não se descarta um ajuste pontual após a recente alta. O cenário mudou e exige estratégia.
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