Soja avança em Chicago com expectativa de compras da China
Mercado aposta em retomada da demanda chinesa nos EUA, enquanto no Brasil colheita avança com prêmios pressionados
Por: Redação RuralNews
Na manhã desta quinta-feira, a posição março registra valorização de 3 pontos, cotada a US$ 11,51 por bushel. No pregão anterior, os ganhos chegaram a 9 cents.
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Apesar da sequência positiva, os avanços ainda são moderados. O mercado mantém cautela diante das incertezas externas, especialmente após decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que considerou ilegal o chamado “tarifaço” proposto por Donald Trump. O cenário pode reduzir a pressão sobre a China e diminuir o senso de urgência para novas compras nos EUA.
No cenário internacional, a soja brasileira segue mais competitiva para os importadores. Um eventual acordo entre os governos seria determinante para uma retomada mais consistente das aquisições chinesas no Golfo do México.
No Paraná, levantamento do Deral aponta que a colheita da soja alcança 37% da área, abaixo dos 49% registrados no mesmo período do ano passado. O atraso no plantio e as condições climáticas mais amenas prolongaram o ciclo das lavouras.
A produção estadual é estimada em 22,04 milhões de toneladas, alta de 4% em relação às 21,19 milhões de toneladas da safra anterior.
Em nível nacional, a colheita também apresenta atraso e há relatos de perda de qualidade em áreas do Centro-Oeste devido ao excesso de chuvas. Mesmo assim, a entrada gradual de produto no mercado amplia a oferta disponível. Esse movimento pressiona os prêmios nos portos e dificulta a formação de preços no mercado interno.
Os prêmios no mercado spot variam entre -5 e -10 cents. Para abril, as indicações ficam entre -10 e 0, enquanto maio opera entre 5 e 15 cents positivos.
No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 116,00 e R$ 119,00 por saca. Em Paranaguá, os valores oscilam entre R$ 128,00 e R$ 130,00, conforme prazo de pagamento, local de entrega e período de embarque.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
Apesar da sequência positiva, os avanços ainda são moderados. O mercado mantém cautela diante das incertezas externas, especialmente após decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que considerou ilegal o chamado “tarifaço” proposto por Donald Trump. O cenário pode reduzir a pressão sobre a China e diminuir o senso de urgência para novas compras nos EUA.
No cenário internacional, a soja brasileira segue mais competitiva para os importadores. Um eventual acordo entre os governos seria determinante para uma retomada mais consistente das aquisições chinesas no Golfo do México.
Oferta cresce no Brasil e pressiona prêmios
No Paraná, levantamento do Deral aponta que a colheita da soja alcança 37% da área, abaixo dos 49% registrados no mesmo período do ano passado. O atraso no plantio e as condições climáticas mais amenas prolongaram o ciclo das lavouras.
A produção estadual é estimada em 22,04 milhões de toneladas, alta de 4% em relação às 21,19 milhões de toneladas da safra anterior.
Em nível nacional, a colheita também apresenta atraso e há relatos de perda de qualidade em áreas do Centro-Oeste devido ao excesso de chuvas. Mesmo assim, a entrada gradual de produto no mercado amplia a oferta disponível. Esse movimento pressiona os prêmios nos portos e dificulta a formação de preços no mercado interno.
Os prêmios no mercado spot variam entre -5 e -10 cents. Para abril, as indicações ficam entre -10 e 0, enquanto maio opera entre 5 e 15 cents positivos.
No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 116,00 e R$ 119,00 por saca. Em Paranaguá, os valores oscilam entre R$ 128,00 e R$ 130,00, conforme prazo de pagamento, local de entrega e período de embarque.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
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