Milho opera com leves perdas em Chicago
Contrato em Chicago recua para US$ 4,28, enquanto mercado avalia dados do USDA e avanço da colheita no Brasil
Por: Camilo Motter
Na B3 (antiga BMF), o contrato março é negociado a R$ 70,05, após fechamento anterior de R$ 69,90. Já a posição maio trabalha a R$ 69,95, levemente abaixo do ajuste anterior.
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O relatório do USDA trouxe aumento de 2,5 milhões de toneladas nas exportações dos Estados Unidos, agora estimadas em 83,8 milhões de toneladas. Em contrapartida, os estoques finais foram reduzidos para 54 milhões de toneladas.
No cenário global, a produção foi praticamente mantida em 1.295,9 milhão de toneladas, enquanto o consumo está projetado em 1.301,3 milhão. Os estoques finais mundiais sofreram corte de 2 milhões de toneladas, passando para 289 milhões.
A Argentina deve colher 53 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 37 milhões.
A produção brasileira nesta temporada segue estimada em 131 milhões de toneladas, abaixo das 136 milhões registradas no ciclo anterior. As exportações estão projetadas em 43 milhões de toneladas, acima das 41,5 milhões da safra passada.
No mercado interno, o cenário permanece comedido e pressionado pela entrada de produto novo, especialmente no Sul do país. No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Em Paranaguá, para a safrinha, os preços giram entre R$ 65,00 e R$ 67,00, dependendo do prazo de pagamento e da localização do lote.
O câmbio também influencia o mercado. O dólar opera em queda, cotado a R$ 5,18, após ter fechado a sessão anterior a R$ 5,196.
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Texto publicado originalmente em Boletim de commodities
O relatório do USDA trouxe aumento de 2,5 milhões de toneladas nas exportações dos Estados Unidos, agora estimadas em 83,8 milhões de toneladas. Em contrapartida, os estoques finais foram reduzidos para 54 milhões de toneladas.
No cenário global, a produção foi praticamente mantida em 1.295,9 milhão de toneladas, enquanto o consumo está projetado em 1.301,3 milhão. Os estoques finais mundiais sofreram corte de 2 milhões de toneladas, passando para 289 milhões.
A Argentina deve colher 53 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 37 milhões.
A produção brasileira nesta temporada segue estimada em 131 milhões de toneladas, abaixo das 136 milhões registradas no ciclo anterior. As exportações estão projetadas em 43 milhões de toneladas, acima das 41,5 milhões da safra passada.
No mercado interno, o cenário permanece comedido e pressionado pela entrada de produto novo, especialmente no Sul do país. No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Em Paranaguá, para a safrinha, os preços giram entre R$ 65,00 e R$ 67,00, dependendo do prazo de pagamento e da localização do lote.
O câmbio também influencia o mercado. O dólar opera em queda, cotado a R$ 5,18, após ter fechado a sessão anterior a R$ 5,196.
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