O futuro dirá
Ainda lutando para equilibrar as contas fortemente abaladas pela recessão econômica causada pela pandemia, as prefeituras dos municípios paranaenses por onde passam as rodovias pedagiadas já começam a fazer cálculos e cortar despesas para fazer frente a mais uma sangria em suas finanças com data marcada para começar a acontecer.
Trata-se do dinheiro proveniente do Imposto sobre Serviços que elas cobram em cima do faturamento das concessionárias das estradas e que deixará de entrar no caixa a partir do final de novembro, quando se encerram os atuais contratos, até que novas operadoras sejam licitadas e assumam a gestão dos trechos, o que só deverá ocorrer, segundo o cronograma atualizado da Agência Nacional de Transportes Terrestres, nos últimos meses de 2022. (Leia mais…)
