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Milho sobe em Chicago com apoio da soja e da demanda

Mercado internacional reage à expectativa de exportações dos EUA, enquanto preços no Brasil seguem estáveis

Foto do autor Camilo Motter
05/02/2026 |
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Os preços do milho sobem levemente na Bolsa de Chicago (CBOT) na manhã desta quinta-feira. O contrato março é negociado a US$ 4,30. Na véspera, o mercado fechou com ganhos discretos.

O avanço ocorre, principalmente, devido à valorização da soja. Além disso, o mercado reage a sinais de demanda mais firme pelo milho dos Estados Unidos. Conforme análise da Granoeste, os agentes acompanham com atenção os dados de exportação do USDA.

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As projeções indicam embarques semanais que podem chegar a 2 milhões de toneladas. Caso esse volume se confirme, o cenário tende a reforçar o suporte às cotações. Além disso, a recente recuperação do petróleo melhora o sentimento do mercado internacional.

No mercado brasileiro, os preços futuros mostram pouca variação. Na B3, o contrato março sobe para R$ 69,95. Já o vencimento maio avança para R$ 69,80, ambos acima do fechamento anterior.

Brasil mantém ritmo lento de negócios

No mercado físico, os negócios seguem pontuais. Produtores e compradores adotam postura cautelosa diante do atual cenário. Assim, o volume negociado permanece limitado.

No oeste do Paraná, as indicações de compra variam entre R$ 60,00 e R$ 62,00 por saca. Enquanto isso, em Paranaguá, os preços da safrinha giram em torno de R$ 65,00.

Os valores variam conforme o prazo de pagamento, a localização do lote e o período de entrega. Por outro lado, o câmbio segue estável, com o dólar cotado a R$ 5,25. Com isso, o fator cambial pouco influencia os preços internos no momento.

TAGS: #milho # cbot # bolsa de chicago # camilo motter # USDA

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Editor RuralNews
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Foto do autor Camilo Motter

Possui graduação em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos(1981), graduação em Economia pela Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Cascavel(1985), especialização em Teoria Econômica pela Universidade Federal do Paraná(1989) e mestrado em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina(2001). Tem experiência na área de Economia. Atuando principalmente nos seguintes temas:Maximização da Renda, Informação, Comercialização. É diretor da Corretora Granoeste, de Cascavel/PR.

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